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“Há uma grande preocupação na atuação das empresas que comercializam proteção veicular”, afirma Joaquim Mendanha

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Joaquim Mendanha está à frente da Susep há pouco mais de um ano. Ele participou do programa “bate-bola com Gustavo Doria Filho”, da TV CQCS e revelou ser uma grande responsabilidade estar à frente da autarquia. “Sou o segundo corretor que assume a Susep”, diz. Para ele, seu desempenho deve ser norteado por comprometimento e dedicação. “Estamos fazendo um bom trabalho, espero deixar um bom legado”, afirmou.

Ele contou que tem baseado sua administração em alguns pilares como o fomento à indústria de seguros. Ele explicou que isso tem sido feito por meio das comissões especiais que voltaram. “É um trabalho integrado e construtivo”, disse. Para ele, mesmo a última palavra sendo da autarquia é possível manter um diálogo franco com os interlocutores. “Ouvimos os representantes dos corretores e também das seguradoras”. Ele lembrou ainda que o trabalho das comissões não é novidade. Ele foi retomado.

Outro item que Mendanha considera importante é a desburocratização. Segundo ele, a inovação precisa ser discutida com cuidado. “A inovação veio para ficar, criamos uma comissão para estudar as inovações para que a Susep possa ver as mudanças e cuidar da proteção do consumidor que vai comprar nos novos canais digitais”, explicou. Gustavo Dória lembrou que o mercado segurador precisa de regulação já que trabalha com garantia futura.

Joaquim Mendanha disse haver uma grande preocupação na atuação das empresas que comercializam proteção veicular. “A atuação dessas empresas cresceu conforme o declínio da economia brasileira” analisou. Ele diz que consumidores sem informação passaram a procurar essas empresas para proteger seus veículos.

O superintendente da Susep afirma que atualmente em sua gestão existem mais de 100 processos em andamento. Ele lembra que a Susep não tem poder de polícia. Ou seja, a autarquia não pode fechar essas empresas irregulares. Há um roteiro a ser seguido: a Susep recebe a denúncia, aciona o Ministério Público Federal que, por sua vez, aciona a Polícia Federal. “Infelizmente, pela demora, muitas vezes, essas empresas fecham, mudam de endereço

Ele diz que o papel de defesa do mercado é da Susep, mas também do corretor de seguros que precisa orientar a seus clientes dos riscos que existem “A Susep tem trabalhado muito para responder às demandas. Cada vez mais aumenta o número de pessoas lesadas com essas empresas.

Assista a entrevista completa:

Fonte: CQCS