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SEGURO DE PESSOAS

Mercado de mais de R$ 30 bilhões visa à proteção das famílias

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seguro-vidaA busca por aplicações rentáveis é o principal objetivo de todo investidor, mas muitos se esquecem do gerenciamento de risco, caso os planos não saiam como previsto. É justamente para atender a esse objetivo que um mercado de mais de R$ 30 bilhões se consolidou no Brasil: o de seguro de pessoas, que é composto essencialmente por seguro de vida (individual e em grupo), seguro de acidentes pessoais e seguro prestamista.

Essas soluções em gerenciamento de risco buscam proteger o segurado, que é quem contrata, assim como seus beneficiários, que normalmente são a sua família. A proteção ocorre por meio do pagamento de indenizações em casos de morte, invalidez por acidente, doenças graves, entre outros, e por isso costuma ser apontada como parte importante do planejamento financeiro. Apenas no ano passado, os seguros de pessoas geraram arrecadação de R$ 31,1 bilhões, crescimento de 4,6%, contra os R$ 29,8 bilhões do ano anterior.

O carro-chefe desse mercado é o seguro de vida, totalizando receitas de R$ 13,1 bilhões em 2016. Esse número representa alta de 5,9% sobre o ano anterior, em um momento no qual a economia brasileira atravessava uma grave crise econômica.

Planos individuais puxam o crescimento

O modo mais comum de contratar seguros de vida ainda é por meio de planos coletivos, normalmente oferecidos pelas empresas como um benefício aos seus colaboradores, mas a modalidade de seguro de vida individual tem apresentado um ritmo de crescimento significativo nos últimos anos.

Em 2016, o faturamento dos planos individuais avançou de R$ 5,2 bilhões para R$ 6,6 bilhões, alta de 27,4%. Já os planos coletivos tiveram discreto recuo de R$ 24,6 bilhões para R$ 24,5 bilhões, decorrente do cenário econômico.

A principal diferença entre o seguro de vida em grupo e o individual é que, no seguro de vida individual, o segurado contrata um seguro de vida personalizado, específico para as suas necessidades. Já no seguro de vida em grupo, o contratante é uma pessoa física ou jurídica, que contrata uma apólice coletiva de seguros e pode oferecer esse produto a um grupo de pessoas com as quais tem algum vínculo.

Bons números em 2017

O começo deste ano também tem se mostrado promissor para o setor de seguro de pessoas. O primeiro trimestre encerrou com arrecadação de R$ 8 bilhões, superando em 11,6% os R$ 7,2 bilhões obtidos no mesmo período de 2016. Novamente, a maior alta dos índices veio dos planos individuais, com taxa de crescimento de 23,2%, alcançando arrecadação de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Infomoney